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23/11/2010

Poster







No decorrer das aulas de História do quarto bimestre  nas turmas dos 2 anos realizei um  projeto que denominei de Sonhos e Pesadelos na História.Dividi a turma em três grupos:
Grupo 1: SONHO DE IGUALDADE /PESADELOS DA EXCLUSÃO
Grupo 2: SONHOS DE DEMOCRACIA /PESADELOS DA DITADURA
Grupo 3:  SONHOS DE VIDA /PESADELOS DA MORTE
Após a divisão dos grupos fomos ao laboratório de informática,onde os alunos pesquisaram diversos assuntos na internet ,e resolveram adequar seus temas:
·         Grupo 1: SONHO DE IGUALDADE /PESADELOS DA EXCLUSÃO o grupo deliberou e decidiram pesquisar sobre  Segregação Racial e Apartheid;
·         Grupo 2: SONHOS DE DEMOCRACIA /PESADELOS DA DITADURA decidiram pesquisar sobre  Proclamação da Republica  e a Ditadura no Brasil;
·         Grupo 3:  SONHOS DE VIDA /PESADELOS DA MORTE  decidiram pesquisar sobre Nazismo e o Holocausto;

Cada grupo escolheu a forma com a qual apresentaria o seu trabalho aos outros grupos.
O grupo 1 –Segregação Racial e Apartheid resolveu levar seus colegas ao laboratório de informática onde pesquisamos o Museu do Apartheid
O grupo 2_Proclamação da Republica e Ditadura Militar trabalharam o tema apresentando vídeos sobre a ditadura militar no Brasil http://www.youtube.com/watch?v=wV4vAtPn5-Q
O grupo 3_ Nazismo e Holocausto levaram os colegas até o laboratório de informática onde pesquisamos I:\Curso de  Educação e Tecnologias\Imagens sonhos e pesadelos\menu_le2.png
Os alunos forão avaliados durante todas as etapas da aula, aproveitando os erros e as situações de aprendizagem.


15/11/2010

Pausa para Reflexão


          O meio familiar é o pilar em que se molda e se estrutura a personalidade da criança, e os pais são responsáveis pela educação e orientação de seus filhos, devendo assumir o seu papel, não delegando tal responsabilidade a figura do professor.Essa  tarefa não pode deixar de ser exercida com autoridade, para que  seus  filhos compreendam a verdadeira figura dos seus responsáveis.A idéia de limite na educação dos filhos, que outrora ,era  compreendida equivocadamente como imposição de punições e castigos, deve ser compreendida  como um processo de socialização  que envolve o diálogo, a compreensão e o respeito. Tais medidas são responsáveis pela  transmissão de valores éticos sólidos capazes de fazer com que a criança ajuste seu comportamento às exigências da vida em sociedade, obedecendo as regras básicas de convivência coletiva. 
          A posição dos pais deve ser firme, não se culpando por sua ausência devido a suas atividades profissionais,nesses casos,os pais procuram compensar sua ausência com condutas permissivas, apelando à compensações, que vão desde a consentimento a liberdade desmedida até a sucessiva falta de respeito e de cumprimento de qualquer dever.Atitudes essas com as quais nós professores lidamos diariamente . Os pais, pelo contrário, devem conhecer seus filhos e suas rotinas,  tendo o compromisso  de privilegiar o convívio familiar, estimular a freqüência escolar ,interessando-se pelas  experiências vividas por seu filho no âmbito escolar . Os pais devem ser uma referência positiva à seus filhos, sendo vistos por eles, como aqueles que irão apoiá-los e educá-los e não como simplesmente amigos.

13/11/2010

Realidade

Todos os pais querem deixar um Mundo melhor para seus filhos.Será que eles já pensaram em deixar filhos melhores para o Mundo?

20/09/2010

Datas Históricas

        
                                     






  Hoje dia 20 de setembro fazem 175 anos do inicio da Revolução Farroupilha  (1835-1845),  esta foi uma das  maiores das revoltas contra o governo imperial do Brasil, cuja luta de independência e protesto inspiraria uma série de outros levantes, os quais marcariam o conturbado Período Regencial (1831-1840). Também conhecida como Guerra dos Farrapos eclodiu num período em que o país  atravessava  uma grave crise política, oriunda da abdicação de D. Pedro I do posto de Imperador, em 1931. Três partidos políticos disputavam o poder e uma abalada Regência Trina tentava conter a elite e a crise econômica e social que refletia as intempéries do Império recém-libertado, o qual aguardava impacientemente a maioridade de seu governante,  D.Pedro II na época com dez anos.

        Além da trágica conjuntura nacional, o Rio Grande sofria com o aumento dos impostos sobre o charque, o que elevava o preço do principal produto de comercialização riograndense, diante de um competitivo mercado internacional, principalmente nas planícies argentinas e uruguaias. Neste contexto, inconformados com o descaso do governo imperial, um grupo gaúcho, liderado por Bento Gonçalves, exigiu, numa manifestação, a renúncia do presidente da Província. A insurreição foi sufocada, mas, meses depois, voltou com força total. Os farrapos, comandados por pecuaristas, mas endossados por escravos e a população do estado, lutaram contra as forças do governo e proclamaram a República do Rio Grande.

      A luta se arrastou durante uma década. Em 1844, no entanto, o governo imperial de Dom Pedro II, o qual subira ao poder em 1840 pelo Golpe da Maioridade, negociou uma trégua com os gaúchos, fragilizados por uma crise econômica. O diálogo para a reintegração do Estado independente ao Brasil prolongou-se por mais de uma ano, conduzido por Duque de Caxias, até chegar-se a um consenso. O governo aumentou o imposto sobre o charque estrangeiro e libertou os escravos que participaram da revolta, em troca das armas dos farroupilhas. A guerra terminava e seus líderes, vistos como heróis, foram reintegrados à sociedade e não receberam qualquer punição.